O crescente aumento da violência escolar está causando transtornos sociais, muitas vezes, que não atingem apenas aqueles que sofrem o ato violento, mas para muitos que estão ao seu redor, ou mesmo, desconhecidos que sofrem com situações de violência por revolta daqueles que sofreram anteriormente.
O Bullying é um termo que está sendo utilizado cada vez mais nos meios de comunicação, acadêmico, saúde e social. O Bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotada por um ou mais estudantes contra outro, causando dor, angústia, e executadas dentro de uma ação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
É importante destacar, que um ato isolado de violência dentro da escola, como uma briga entre alunos, não pode ser caracterizado como Bullying. Mas, se a briga se tornar constante, e um mesmo aluno sofrer repetidas vezes as consequências desse enfrentamento, aí tem caracterizado o Bullying.
As crianças e os jovens estão tendo uma carga de informações muito grande. Isso aumenta a competição e a necessidade de auto-afirmação, o que leva a prática do Bullying. Segundo pesquisa divulgada recentemente, 87% dos casos de assassinos que entraram em escolas nas últimas décadas e atiraram contra alunos e professores, sofreram Bullying na infância e/ou juventude, dentro do ambiente escolar.
A sociedade como um todo tem que se envolver nessa discussão. Os órgãos públicos, os educadores, os profissionais da saúde, os pais e os alunos não podem ficar de fora de um debate sobre as consequências de atos agressivos para a sociedade, tomando atitudes que melhorem a vida das crianças para que não sofram, como muitos que até perderam a vida se suicidando, por terem sofrido Bullying em sua infância.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Não está fácil ser professor
Não faz muito tempo, uma das carreiras profissionais mais respeitadas era a de Professor. O Mestre, como é carinhosa e merecidamente chamado, representava os anseios de uma sociedade que buscava a evolução e sabia que a figura essencial desse processo era o Professor.
Mas, de duas décadas para cá, a realidade se modificou. Os Professores recebem péssimos salários, tendo que chegar ao ponto de se criar um piso salarial para a categoria. Ainda assim, mesmo na atualidade, tem docentes que não recebem, nem o mínimo estipulado, em alguns estados do país.
Acrescenta-se a esse cenário desolador, as péssimas condições de trabalho que os Mestres enfrentam. Classes super lotadas, desrespeito por parte dos alunos e familiares dos mesmos. Ameaças constantes, junto com agressões de fato, enfim, em alguns lugares do país, tem que ser corajoso para enfrentar as dificuldades e entrar em uma sala de aula.
Mesmo assim, uma professora que havia sido agredida por um jovem de 13 anos, disse que “voltava para a sala de aula, pois amava o ofício de ensinar e têm esperança de contribuir para um mundo melhor”.
No Senado Federal, o Senador Cristovão Buarque (PDT-DF) disse que os professores deveriam receber aumento equivalente aos que os Congressistas e a Presidente da República receberam no começo deste ano, algo em torno de 60%. Já seria uma boa iniciativa, se isso não fosse utopia do nobre Senador.
Discursos são bonitos, mas a prática é que mostra as diferenças de se optar por um futuro melhor. Valorizar os Professores, e fazer com que mais pessoas sejam estimuladas a entrar na profissão são grandes desafios que o país tem que enfrentar se quiser estar preparado para ser, realmente, uma grande potência mundial.
Mas, de duas décadas para cá, a realidade se modificou. Os Professores recebem péssimos salários, tendo que chegar ao ponto de se criar um piso salarial para a categoria. Ainda assim, mesmo na atualidade, tem docentes que não recebem, nem o mínimo estipulado, em alguns estados do país.
Acrescenta-se a esse cenário desolador, as péssimas condições de trabalho que os Mestres enfrentam. Classes super lotadas, desrespeito por parte dos alunos e familiares dos mesmos. Ameaças constantes, junto com agressões de fato, enfim, em alguns lugares do país, tem que ser corajoso para enfrentar as dificuldades e entrar em uma sala de aula.
Mesmo assim, uma professora que havia sido agredida por um jovem de 13 anos, disse que “voltava para a sala de aula, pois amava o ofício de ensinar e têm esperança de contribuir para um mundo melhor”.
No Senado Federal, o Senador Cristovão Buarque (PDT-DF) disse que os professores deveriam receber aumento equivalente aos que os Congressistas e a Presidente da República receberam no começo deste ano, algo em torno de 60%. Já seria uma boa iniciativa, se isso não fosse utopia do nobre Senador.
Discursos são bonitos, mas a prática é que mostra as diferenças de se optar por um futuro melhor. Valorizar os Professores, e fazer com que mais pessoas sejam estimuladas a entrar na profissão são grandes desafios que o país tem que enfrentar se quiser estar preparado para ser, realmente, uma grande potência mundial.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
STF garante piso salarial aos professores
No último dia 06, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) garantiram a validade da Lei que estabelece um piso salarial para os professores da rede pública de ensino básico em todo o Brasil.
A Lei que foi sancionada em 2008, determinou que todos os docentes tivessem um mínimo salarial para jornada de trabalho equivalente a 40 horas semanais. Atualmente, o valor do piso é de R$ 1.187,14.
Os questionamentos para um piso salarial para a classe dos professores partiram de alguns governadores estaduais, que argumentavam não terem condições orçamentárias para pagar o piso salarial. Após mais de dois anos de discussão, o STF decidiu, ao menos isso, a favor dos professores de todo o Brasil.
É claro que não é um valor empolgante o piso salarial da categoria, até mesmo porque em muitos estados o salário base dos professores é superior ao estipulado pela Lei. Mas, em muitos lugares do Brasil, professores receberão o piso salarial, e terão um pouco mais de condições financeiras para resolverem seus anseios.
É muito importante melhorar o salário da carreira de professor, justamente, para que bons profissionais sejam motivados a seguirem o trabalho docente. Assim, sem dúvida, o Brasil será um país melhor para se viver, e mais justo entre seus cidadãos.
A Lei que foi sancionada em 2008, determinou que todos os docentes tivessem um mínimo salarial para jornada de trabalho equivalente a 40 horas semanais. Atualmente, o valor do piso é de R$ 1.187,14.
Os questionamentos para um piso salarial para a classe dos professores partiram de alguns governadores estaduais, que argumentavam não terem condições orçamentárias para pagar o piso salarial. Após mais de dois anos de discussão, o STF decidiu, ao menos isso, a favor dos professores de todo o Brasil.
É claro que não é um valor empolgante o piso salarial da categoria, até mesmo porque em muitos estados o salário base dos professores é superior ao estipulado pela Lei. Mas, em muitos lugares do Brasil, professores receberão o piso salarial, e terão um pouco mais de condições financeiras para resolverem seus anseios.
É muito importante melhorar o salário da carreira de professor, justamente, para que bons profissionais sejam motivados a seguirem o trabalho docente. Assim, sem dúvida, o Brasil será um país melhor para se viver, e mais justo entre seus cidadãos.
domingo, 10 de abril de 2011
O salário mínimo e as contas públicas
Entender o funcionamento das esferas governamentais é complexo para qualquer cidadão, no Brasil. Explicar aos mais humildes, que o Governo não tem condições de aumentar o salário mínimo mais do que os R$ 545 para manter o equilíbrio das contas públicas é uma façanha intransponível.
As pessoas que ganham o mínimo devem se questionar a respeito da defesa intransigente de políticos que passaram a vida inteira “defendendo-os” e que agora jogam com a idéia de uma “dita estabilidade”, que vai ser “melhor para o povo”. Como explicar a disparada dos preços dos alimentos, em especial, da carne e da energia elétrica (que subirá quase 20%) para aqueles que ganham o solário mínimo?
Os conceitos se invertem em muitos casos. E a escalada da desigualdade parece não ter fim. Analisando os dados, como o aumento do mínimo será apenas a partir de março, o valor não cobre nem a “inflação oficial”, isto significa, menos poder de compra para as pessoas.
Mas a vida tem que continuar e a história se encarrega desses registros. Ou mais próximo da nossa realidade, o bolso daqueles que mais necessitam terão fazer malabarismo para conseguir manter o seu padrão de vida, mantendo o equilíbrio das contas em ordem, como o governo.
Detalhe, o Tiririca, Deputado Federal que mais recebeu votos na última eleição para as Câmaras dos Deputados, começou “bem”. Ele defendeu o valor de R$ 545 para o salário mínimo, mas votou um valor sugerido de R$ 600. Será que ele se confundiu mesmo? Ou será que o palhaço não é tão palhaço assim... Ele argumenta que errou na hora de votas sobre os R$ 600. Era para apertar não e apertou o botão do sim...
As pessoas que ganham o mínimo devem se questionar a respeito da defesa intransigente de políticos que passaram a vida inteira “defendendo-os” e que agora jogam com a idéia de uma “dita estabilidade”, que vai ser “melhor para o povo”. Como explicar a disparada dos preços dos alimentos, em especial, da carne e da energia elétrica (que subirá quase 20%) para aqueles que ganham o solário mínimo?
Os conceitos se invertem em muitos casos. E a escalada da desigualdade parece não ter fim. Analisando os dados, como o aumento do mínimo será apenas a partir de março, o valor não cobre nem a “inflação oficial”, isto significa, menos poder de compra para as pessoas.
Mas a vida tem que continuar e a história se encarrega desses registros. Ou mais próximo da nossa realidade, o bolso daqueles que mais necessitam terão fazer malabarismo para conseguir manter o seu padrão de vida, mantendo o equilíbrio das contas em ordem, como o governo.
Detalhe, o Tiririca, Deputado Federal que mais recebeu votos na última eleição para as Câmaras dos Deputados, começou “bem”. Ele defendeu o valor de R$ 545 para o salário mínimo, mas votou um valor sugerido de R$ 600. Será que ele se confundiu mesmo? Ou será que o palhaço não é tão palhaço assim... Ele argumenta que errou na hora de votas sobre os R$ 600. Era para apertar não e apertou o botão do sim...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A educação e os novos governantes
2011 começou, e os novos governantes assumiram seus mandatos. São 94 Deputados Estaduais por São Paulo e 513 Deputados Federais, além é claro, dos senadores e membros do poder Executivo, como é o caso da presidente Dilma Rousseff e do governador Geraldo Alckmin.
Muitas coisas acabam por serem discutidas, mas a educação ainda continua em segundo plano. Ouve-se muito a questão da saúde, do salário mínimo, do controle da inflação, etc., mas de educação nada. Claro que todas as áreas são muito importantes, mas a educação é à base de uma sociedade mais justa, solidária e democrática.
Espera-se, que o assunto passe a ser prioridade, não apenas na fala, mas principalmente, na ação. Pois, é através da melhora da qualidade educacional que será possível tirar o país desse abismo social vivido entre os mais ricos e a maioria, ainda pobre da população. Como conseqüência, diminuirá a violência, a dependência das pessoas em relação ao Estado, e sem dúvida, a sociedade melhorará em todos os aspectos.
Em nível Federal, o ministro Fernando Haddad foi mantido. Aposta do ex-presidente Lula, Haddad ganhou a confiança de Dilma e continuará a frente do ministério da Educação. Em nível estadual, assumiu o reitor da UNESP, prof. Herman Voorwald. No Estado de São Paulo, especificamente, são necessárias mudanças urgentes. É lamentável a situação de abandono dos professores, das escolas e como os alunos estão sem rumo, na maioria das escolas estaduais. A Direção, coordenação e professores se esforçam para fazer o melhor e garantir qualidade da educação, mas quem enfrenta a sala de aula sabe a dificuldade de desenvolver um bom trabalho.
Espera-se que a situação se altere. Melhorar qualitativamente a educação é o sonho dos educadores e uma necessidade para milhões de jovens que buscam uma boa formação para poder se estabelecer no futuro e ter uma vida digna.
Muitas coisas acabam por serem discutidas, mas a educação ainda continua em segundo plano. Ouve-se muito a questão da saúde, do salário mínimo, do controle da inflação, etc., mas de educação nada. Claro que todas as áreas são muito importantes, mas a educação é à base de uma sociedade mais justa, solidária e democrática.
Espera-se, que o assunto passe a ser prioridade, não apenas na fala, mas principalmente, na ação. Pois, é através da melhora da qualidade educacional que será possível tirar o país desse abismo social vivido entre os mais ricos e a maioria, ainda pobre da população. Como conseqüência, diminuirá a violência, a dependência das pessoas em relação ao Estado, e sem dúvida, a sociedade melhorará em todos os aspectos.
Em nível Federal, o ministro Fernando Haddad foi mantido. Aposta do ex-presidente Lula, Haddad ganhou a confiança de Dilma e continuará a frente do ministério da Educação. Em nível estadual, assumiu o reitor da UNESP, prof. Herman Voorwald. No Estado de São Paulo, especificamente, são necessárias mudanças urgentes. É lamentável a situação de abandono dos professores, das escolas e como os alunos estão sem rumo, na maioria das escolas estaduais. A Direção, coordenação e professores se esforçam para fazer o melhor e garantir qualidade da educação, mas quem enfrenta a sala de aula sabe a dificuldade de desenvolver um bom trabalho.
Espera-se que a situação se altere. Melhorar qualitativamente a educação é o sonho dos educadores e uma necessidade para milhões de jovens que buscam uma boa formação para poder se estabelecer no futuro e ter uma vida digna.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
A qualidade do Ensino, um esforço coletivo...
Um dos assuntos mais comentados nos meios educacionais no Brasil é a inserção da qualidade na educação.
Desde o governo do ex- presidente Fernando Henrique Cardoso (1994-2002) o número de crianças e jovens em idade escolar aumentou consideravelmente, isto é, a necessidade de levar as pessoas para as escolas foi alcançada com sucesso.
No entanto, a qualidade passou a ser o grande objetivo da educação brasileira. Alguns dados recentes mostram uma pequena melhora da educação como um todo, mas ainda, o Brasil está muito atrasado em relação a muitos países, quando se analisa a qualidade do ensino.
O que se percebe, é que existe um esforço das organizações públicas, ONGs e entidades privadas buscando uma melhora da qualidade educacional. E, para pensarmos em futuro, temos que valorizar cada ação que seja voltada para a melhora da educação.
Não é possível relegarmos a segundo plano as discussões sobre o ensino. Nas últimas eleições, principalmente, em nível federal, deixou-se a questão em aberto, pois pouco foi falado sobre educação na campanha presidencial.
É necessário todos entendermos que uma boa educação faz melhorar uma série de situações, auxiliando outras áreas, que foram bastante comentadas pelos candidatos, como é o caso da saúde. Por exemplo, se as pessoas tiverem mais informações sobre como se prevenir de doenças, diminuirão os problemas na área da saúde. E as informações serão muito mais fáceis de serem adquiridas a partir do momento em que as pessoas forem mais instruídas.
Por isso, o esforço coletivo de toda a sociedade é imprescindível para que a educação brasileira alcance a excelência. E, sem dúvida, passaremos a ter um país de primeiro mundo, em que os brasileiros dependam cada vez menos de programas governamentais e assistencialistas, e que sejam capazes de agir como cidadãos plenos, sem manipulação de quem quer seja.
Viva a educação!
Desde o governo do ex- presidente Fernando Henrique Cardoso (1994-2002) o número de crianças e jovens em idade escolar aumentou consideravelmente, isto é, a necessidade de levar as pessoas para as escolas foi alcançada com sucesso.
No entanto, a qualidade passou a ser o grande objetivo da educação brasileira. Alguns dados recentes mostram uma pequena melhora da educação como um todo, mas ainda, o Brasil está muito atrasado em relação a muitos países, quando se analisa a qualidade do ensino.
O que se percebe, é que existe um esforço das organizações públicas, ONGs e entidades privadas buscando uma melhora da qualidade educacional. E, para pensarmos em futuro, temos que valorizar cada ação que seja voltada para a melhora da educação.
Não é possível relegarmos a segundo plano as discussões sobre o ensino. Nas últimas eleições, principalmente, em nível federal, deixou-se a questão em aberto, pois pouco foi falado sobre educação na campanha presidencial.
É necessário todos entendermos que uma boa educação faz melhorar uma série de situações, auxiliando outras áreas, que foram bastante comentadas pelos candidatos, como é o caso da saúde. Por exemplo, se as pessoas tiverem mais informações sobre como se prevenir de doenças, diminuirão os problemas na área da saúde. E as informações serão muito mais fáceis de serem adquiridas a partir do momento em que as pessoas forem mais instruídas.
Por isso, o esforço coletivo de toda a sociedade é imprescindível para que a educação brasileira alcance a excelência. E, sem dúvida, passaremos a ter um país de primeiro mundo, em que os brasileiros dependam cada vez menos de programas governamentais e assistencialistas, e que sejam capazes de agir como cidadãos plenos, sem manipulação de quem quer seja.
Viva a educação!
Educação e família
“A educação é algo essencial para o desenvolvimento de um país”. Essa frase é muito ouvida em todos os cantos do planeta, mas colocá-la em prática é um dos maiores desafios de uma nação.
Notemos que dois pilares são fundamentais para o desenvolvimento educacional, a família e a escola. Essas duas instituições têm que agir em conformidade para a formação do ser humano.
A primeira, a família, é o contato inicial que todo ser tem, e é fundamental para uma boa formação ter familiares conduzindo o indivíduo pelas etapas da vida. E, nem sempre família é o pai, a mãe, o irmão, etc., muitas vezes uma pessoa que adota uma criança e a cria com carinho e responsabilidade é mais eficiente que muitos que convivem na formação do indivíduo.
Já o segundo aspecto, a escola, tem que ter qualidade para contribuir na formação intelectual e cidadã do ser humano. Para isso, se faz necessário professores que tenham boa formação e que estejam convencidos de que sempre existe a necessidade da atualização para andar em acordo com o mundo que surge. Um exemplo é a informática, que cada vez mais se torna um item indispensável na vida das pessoas. Juntamente a esses fatos, está a qualidade da escola, que precisa fornecer estrutura adequada para o aprendizado dos alunos.
Atualmente, as escolas particulares, em sua maioria, fornecem boas estruturas de funcionamento escolar. Já na rede pública as deficiências ainda são grandes, principalmente, em locais em que o poder público é menos presente e eficiente. No entanto, há um esforço dos governos nas três esferas (Federal, Estadual e Municipal) para a melhora da qualidade do ensino público. E esse, é o principal caminho.
Definitivamente, cabe aos familiares participarem mais da vida dos filhos, tanto no cotidiano, ensinando-os os caminhos corretos, como também, têm que participar da vida escolar da criança, procurando saber constantemente do desempenho escolar, de como ajudar na escola, etc. Com certeza, a parceria entre família e escola é o único caminho de fazer uma sociedade melhor, principalmente, para os países que ainda passam por grandes dificuldades, como é o caso do Brasil.
Notemos que dois pilares são fundamentais para o desenvolvimento educacional, a família e a escola. Essas duas instituições têm que agir em conformidade para a formação do ser humano.
A primeira, a família, é o contato inicial que todo ser tem, e é fundamental para uma boa formação ter familiares conduzindo o indivíduo pelas etapas da vida. E, nem sempre família é o pai, a mãe, o irmão, etc., muitas vezes uma pessoa que adota uma criança e a cria com carinho e responsabilidade é mais eficiente que muitos que convivem na formação do indivíduo.
Já o segundo aspecto, a escola, tem que ter qualidade para contribuir na formação intelectual e cidadã do ser humano. Para isso, se faz necessário professores que tenham boa formação e que estejam convencidos de que sempre existe a necessidade da atualização para andar em acordo com o mundo que surge. Um exemplo é a informática, que cada vez mais se torna um item indispensável na vida das pessoas. Juntamente a esses fatos, está a qualidade da escola, que precisa fornecer estrutura adequada para o aprendizado dos alunos.
Atualmente, as escolas particulares, em sua maioria, fornecem boas estruturas de funcionamento escolar. Já na rede pública as deficiências ainda são grandes, principalmente, em locais em que o poder público é menos presente e eficiente. No entanto, há um esforço dos governos nas três esferas (Federal, Estadual e Municipal) para a melhora da qualidade do ensino público. E esse, é o principal caminho.
Definitivamente, cabe aos familiares participarem mais da vida dos filhos, tanto no cotidiano, ensinando-os os caminhos corretos, como também, têm que participar da vida escolar da criança, procurando saber constantemente do desempenho escolar, de como ajudar na escola, etc. Com certeza, a parceria entre família e escola é o único caminho de fazer uma sociedade melhor, principalmente, para os países que ainda passam por grandes dificuldades, como é o caso do Brasil.
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